GodSpeech, amigos meu nome não Geralt tão pouco sou de Rivia,
Em mais uma sexta monótona. Venho contar: Como ser você
mesmo pode ser frustrante. E como?
Você pode estar se perguntando, então responderei sua pergunta com uma interpretação minha, sobre uma eventualidade
.
E esse ocorrido se passa durante uma aula, sobre novas tecnologias, onde o termo “ Sujeito Gadget” foi demonstrado como um novo tipo de cliente para grandes empresas de tecnologia.Agora deixando de lado um pouco, todos os termos e conceitos compreendidos em sala de aula, vamos á pergunta que fica: Qual é o problema nisso ?
E esse ocorrido se passa durante uma aula, sobre novas tecnologias, onde o termo “ Sujeito Gadget” foi demonstrado como um novo tipo de cliente para grandes empresas de tecnologia.Agora deixando de lado um pouco, todos os termos e conceitos compreendidos em sala de aula, vamos á pergunta que fica: Qual é o problema nisso ?
Não há de fato um problema, se
não fosse pelo fato de que este novo “sujeito”, não seja ninguém mais ninguém
menos que um nerd ou um geek. Ainda não entendeu? ok vamos lá
Eu nasci em 88, em meados de 98
ou 99 eu já ouvia meus irmãos dizerem a palavra nerd, de uma maneira um tanto pejorativa,
sendo que outrora servia lhes para justificar um atraso na vinda para a casa
como – “Desculpem a nerd da minha sala não parava de falar com o professor,
menina irritante!” até mesmo algo do tipo “Tive que escolher aquele rapaz meio
nerd, durante o treino... o cara joga nada!”
Não, ainda não ficou claro o que eu estou querendo dizer não é? Está tudo muito sem sentido, e muito alarmante para uma simples questão. Sim mais faça um pouco mais de esforço e continue lendo.
Pois bem, voltando à aula mais necessariamente para o fim dela, sai na adorável companhia da amiga e colega de classe P. Cristiana Santos, e caminhamos juntos e subimos curtos lances de escada até chegarmos à recepção da biblioteca, então como todo bom aluno condicionado ao ritmo tedioso da vida estudantil, ou mesmo, cotidiana retiramos uma senha e aguardamos até podermos falar com alguma atendente. Então foi neste meio tempo, entre o tédio da espera e a troca de bocejos, que encostamos em pilar próximo e desatentamente minha cara amiga encosta juntamente a mim apoiando sua cabeça em meus ombros, e leva sua delicada mão até abaixo do meu queixo e começou a dar “tapinhas” - Foi então que sem pestanejar ou pensar eu respondi com um sorriso: “ - Já passei por torturas piores”
Foi então que me lembrei, dos tempos de “nerdisse” quando jogar RPG de mesa, era uma coisa que não se falava em voz alta, pois os mais religiosos (vizinhos de 40 anos; meninas de 10 anos; pais; e todo tipo de pessoa que fazia parte de um modelo de sociedade), diriam: “ – Esse rapaz cultua o Sr. Das trevas Satã!” – Muito ironicamente tentávamos matá - lo ou trazer ele á julgamento nos RPGs – Ou quando você jogava ou tinha um videogame era coisa só e somente de menino, chamar sua amiga vizinha para jogar Sonic ou Mario Bros tudo bem até que vai, porém se fosse jogo de tiro ou navinha era tabú..., e se você tinha mais de um videogame era o “nerd-riquinho”. Até mesmo quem gostava de gibis ou livros tinham uma classificação, era o “nerd-verme de biblioteca e livros”. E não eu não sofri bullyng na infância mesmo porque tal termo não poderia coexistir nessa época, a lei era simples: Zoar e ser Zoado, ou ficar quieto e ir embora para casa assistir CDZ; fly; Cybercops; Dragon Ball Z ou coisa do tipo.
Ok mais então qual é o ponto?
Simples o ponto meus amigos é ser
geek ou nerd é ser pop. Hoje chamar uma garota para jogar videogame não é
vestir uma camiseta escrito “otário” muito pelo contrario, não convidar é ser
otário e vice e versa, existe um dia nerd; empresas gastão milhões parasatisfazer necessidades absurdas; existem series sobre estilo de vida; garotas discutem sobre ser ou não ser nerd e suas complicações como se fosse Hamlet.
Então a resposta está ai, algo mudou -
nem tudo RPG de mesa ainda é visto com um culto maligno - não apenas a industria e o modo que a
civilização vê este estilo de vida, isso se é correto chamar de estilo de vida,
afinal ninguém escolher ser o que é!
Não estou dizendo que essa mudança é ruim, não muito pelo contrário, que bom que a sociedade está amadurecendo e retirando todos os pré-conceitos a abraçando apenas os conceitos, todavia, o que mais me incomoda nisso tudo é que: “Quando foi que, ser eu mesmo, tornou se algo pop?” – Quando deixaram de dar tapinhas, petelecos, e com os apelidos inflexíveis e perseguidores. E eu sei vocês devem saber que o "quando" é HOJE mas por quanto tempo HOJE pode durar?







